terça-feira, 9 de abril de 2013

indigníssimo

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todo dia é a mesmíssima história
acordar cedo, trabalhar e me fuder
tudo isso para não enlouquecer
e ir em busca de uma simples glória

também assim chamada estabilidade
ou outro vulgo nome: - vaidade
carreira, sucesso, dinheiro e poder
pra quê? se a gente vive pra no fim morrer

o importante é ser mais do que feliz
consciente e firme no que se diz
nessa saudade a necessidade nessa cidade

é aspirar sentimentos de sonhos
e realizá-los ante os aspectos medonhos
desse rebanho humano que foge sempre da liberdade

Felipe Rey

3 comentários:

Eder disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
DULCELI MARTINS RIBEIRO BARROS disse...

PERCEBI MUITO REALISMO. TODOS SEMTEM, PORÉM, POUCOS FALAM. PARABÉNS!!!

Regynna disse...

Amigo, migucho, você sempre me surpreende. Muito bonito este poema,Diz muito de você, e isso é muito bom.Quer saber de uma coisa? AMEI!

 

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