terça-feira, 9 de março de 2010

Soneto flavescente


 .


p/ minha Flávia Fonseca


te amo numa galvanização sonora
todavia silente toco sua pele canora
somente na hora do nupcial leito
é quando medito na palma do teu peito

também te amo plangente
às vezes num sentimento íntimo
e quando seu canto bate latente
no meu coração que acompanha seu ritmo

hoje sou sabedor da minha missão:
honrar o teu flavo rutilante nome
até o dia do último suspiro desta cânone devoção

assim sempiternamente serei sua alma
jamais duvide ou olvide disso
pois finco aqui esses versos deixando-te calma




(FeLiPe ReY)





3 comentários:

Vynha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vynha disse...

Amor, obrigada pelo carinho, pela atenção com estes versos tão delicadamente criados.
Também te amo e desejo ser sempre seu par perfeito!
Bjs

luizsimbolista disse...

Plenamente romântico, lembra-me poetas neorromãnticos, um tanto suave e dolente teu poema. Parabéns poeta, ótimo teu espaço.

Um cordial abraço.

 

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